Sinceridades

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Eu não receberia flores, talvez. Eu receberia sinceridades, devidamente dosadas, em momentos certos. Quem precisa de gestos materializados quando na verdade tudo o que precisamos é da certeza da confiança e da serenidade de se saber que tudo acontece da forma mais límpida possível? Eu não espero mais que isso. Não espero e não preciso.

Eu prefiro aquele que raramente demonstra, mas que quando o faz, é porque veio do mais profundo ser. Não quero demonstrações públicas de afeto, mas muita cumplicidade entre quatro paredes. E a sensação de se poder contar, de cuidar, amar, brincar. Arranhar, morder, beijar.

É bom ter alguém que faça com que você seja exatamente quem é. Não quero alguém que me faça mudar, ser melhor. Do meu modo já está de bom tamanho, com os riscos, os problemas, os defeitos e os medos enfrentados. Assim é gostoso, é sincero, é real.

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